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Call Center e offshore no Brasil, crescimento anual de 20%
No Brasil o setor de Call Center e Offshore tem um crescimento surpreendente, mas enfrenta um grande número de empecilhos.
O maior concorrente do brasil é a Índia que cada dia conquista novos contratos – principalmente dos EUA. A ïndia teve 1 milhão de empregos às custas dos EUA nos últimos anos, e o Brasil ?
A grande pergunta é: Por quê o Brasil perde em número de contratos para a Índia?
Não podemos perder oportunidades.
Em entrevista especial para a REVISTA TERCEIRIZAÇÃO HOJE,
Ana Maria Moreira Monteiro - Presidente do Grupo M3, Vice- Presidente da ABT Associação Brasileira de Teleserviços, revela a posição do mercado e as principais dificuldades do setor.
THJ: No segmento de Call Center, qual o número de profissionais nesta área?
Ana Maria: Segundo a Associação Brasileira de Teleserviços da qual sou vice presidente, divulga 615 mil mas, nós muito informalmente podemos dizer que este número chega a 1 milhão de profissionais. Analisando os grandes players temos quase certeza que atingimos a marca de 1 mi de profissionais.
THJ: Qual o maior motivo para a expansão do mercado no país e se hoje ele é o maior empregador de mão-de-obra na área de serviços.
Ana Maria: Sem dúvida alguma é o maior empregador na área de serviços, nós temos alguns motivos que leva esse setor a crescer desta forma; desde julho de 1.998 quando ocorreu a maior privatização de todos os tempos que foi no sistema Telebrás, nós tivemos um movimento muito diferente daquilo que nós experimentávamos até então no mundo da Telecom – além disso encurtar distâncias e reduzir custos são soluções que nós encontramos e que as empresas adoraram, porque ninguém quer ter custos elevadíssimos, todo mundo busca melhorar a agilidade no atendimento para justamente ter um resultado melhor.
THJ: Quanto ao offshore de Call Center, você acredita que a burocracia seja um inibidor para o crescimento do segmento no Brasil?
Ana Maria: A burocracia inibe sim o offshore de Call Center no Brasil, nós temos várias constatações, não só a burocracia, temos outros comparativos também, os impostos, tributos altos, qualificação profissional e o dólar - estes são alguns inibidores.
Solicite um exemplar da Revista Terceirização Hoje e leia esta entrevista na íntegra
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